segunda-feira, 23 de abril de 2012

TREINAMENTO FUNCIONAL É UM TREINAMENTO GLOBAL

O Treinamento Funcional integra o corpo inteiro diferente da musculação que foca em um músculo por vez, o Exercício funcional exige muito mais esforço dos músculos, devido centralizar a força na parede abdominal, melhorando naturalmente o seu equilíbrio.
As técnicas usadas no exercício funcional consistem em uma junção de movimentos que imitam o nosso cotidiano trabalhando todas as capacidades físicas do indivíduo e otimizando a performance atlética: coordenação motora, flexibilidade, força, agilidade, equilíbrio, resistência e consciência corporal, sendo treinadas de forma integrada muitas vezes em apenas um exercício.
             Para aqueles que tentam fugir das modalidades de exercícios convencionais ou para a própria saúde, essa é sem dúvida uma ótima opção, seja para o físico, pois, o aluno queima sim calorias.
Pois, um único exercício funcional é capaz de trabalhar a maioria dos exercícios do corpo, além disso, uma sessão de treinamento funcional pode queimar em média 40 a 50% mais calorias do que uma sessão de musculação nos moldes tradicionais.
O exercício funcional pode ser também de fundamental importância para as pessoas que trabalham na mesma posição o dia inteiro ou que fazem muitos movimentos repetitivos: médicos, dentistas, digitadores, bancários e muitas outras profissões.

                 O uso do treinamento funcional exige a supervisão direta de um profissional de Educação Física para a correta execução dos movimentos e evitar risco de quedas.
Ficou interessado nas aulas de treinamento funcional?. Então entre em contato conosco, pois oferecemos no nosso trabalho que tem tudo para fazer do seu treino mais interessante e principalmente mais saudável.

domingo, 15 de abril de 2012

TREINAMENTO FUNCIONAL AJUDA EMAGRECER

O Treinamento Funcional é uma das ferramentas mais revolucionárias do mercado fitness sendo uma técnica de treinamento físico focada no desenvolvimento de um sistema neuromuscular integrado com o objetivo de tornar o nosso corpo uma máquina mais eficiente e condicionada para realizar as atividades diárias, melhorar a performance esportiva além de ajudar no emagrecimento.
Um único exercício é capaz de trabalhar vários musculos do corpo , elevando o gasto calórico , sendo que  uma única sessão de treinamento funcional queima mais calorias do que uma sessão de musculação nos moldes tradicionais.
Isto ocorre porque há grande ativação da musculatura do Core, e envolvem as maiores musculaturas corporais em grandes amplitudes de movimento, ativando estes grupos musculares, você acaba obrigando seu organismo a gastar mais energia para executar o movimento, consequentemente o trabalho voltado para o emagrecimento é potencializado.
No treinamento funcional os exercícios integram todos os membros do corpo durante sua realização, sendo o abdômen o maior responsável por suportar todos os músculos e ficando em isometria, ou seja, a parede abdominal não se movimenta, é preciso manter o equilíbrio e isso ajuda a fortalecer o core - um grupo de músculos quase sempre negligenciado que abrange os glúteos, a musculatura lombar e os abdominais - uma espécie de eixo do corpo. Um core sólido é vital para transferir potência e força da parte inferior para a parte superior e vice versa, ajudando no recrutamento das fibras de resistência e aumentando a eficiência dos movimentos corporais.

domingo, 8 de abril de 2012

Brasil poderá ter o maior índice de obesidade infantil do mundo


O avançar da idade do ser humano é acompanhado de uma tendência a um declínio do gasto energético médio diário à custa de uma menor atividade física. Isso decorre basicamente de fatores comportamentais e sociais como o aumento dos compromissos estudantis e/ou profissionais.
Assim como nos adultos, nas crianças alguns desses fatores contribuem para um estilo de vida menos ativo. A disponibilidade de tecnologia, o aumento da insegurança e a progressiva redução dos espaços livres nos centros urbano reduzem as oportunidades de lazer e de uma vida fisicamente ativa, favorecendo atividades sedentárias, tais como: assistir a televisão, jogar videogames e utilizar computadores aumentando os indices de obesidade infantil.
Atualmente existem estudos que comprovam a associação entre sedentarismo, hábito inadequada que levam as crianças provavelmente se tornarão adultos obesos.
Uma pesquisa britânica publicada na revista Pediatrics, afirma que a obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade. O estudo acompanhou 233 crianças desde o nascimento até a puberdade, sendo que o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, “mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80”. Segundo o coordenador da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, na Inglaterra.
Um estudo recente no Brasil sobre a coordenação do pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade de São Paulo (UNIFESP), constatou que as crianças brasileira estão ingerindo muito mais calorias. Entre 2 a 5 anos de idade, 22% apresentam sobrepeso sendo que 6% já estão obesas, superando o índice de sobrepeso dos EUA que é de 10% e se continuar neste ritmo, logo, irá superar o maior índice de obesidade infantil do mundo que pertence aos americanos.
Outro dados alarmante é que os índices de sobrepeso e obesidade infantil no Brasil são hoje sete vezes mais altos dos que registrados nos anos 70, e com isso, surgem com mais freqüências casos de hipertensão, diabetes e colesterol elevados nas crianças.
Em contrapartida desses dados vários estudos com crianças e adolescentes têm demonstra­do o benefício da atividade física no estímulo ao crescimento e desenvolvimento, prevenção da obesidade, incremento da massa óssea, aumento da sensibilidade à insulina, melhora do perfil lipídico, diminuição da pressão arterial, desenvol­vimento da socialização e da capacidade de trabalhar em equipe, além de produzir efeitos benéficos a longo prazo relacionados ao aparelho locomotor.
O crescente processo de urbanização, a especulação imobiliária, o excesso de veículos motorizados nas vias públicas, o extraordinário crescimento da violência, têm determinado intensas restrições à atividade física na infância. Uma criança hoje gasta em média 600Kcal diárias a menos do que há 50 anos atrás.
Um outro estudo da revista científica The Journal of Pediatrics  fez uma pesquisa onde liga o estresse familiar ao risco de as crianças se tornarem obesas.
            Em comparação do nível de estresse das famílias de 7.400 crianças de cinco a seis anos, desde o seu nascimento, pesquisadores suecos constataram que crianças de famílias com altos níveis de estresse (doença, morte, divórcio, desemprego ou violência) tinham o dobro do risco de obesidade.

         Portanto, necessita haver uma grande mobilização de governos e principalmente pais, professores, profissionais da saúde e educação para reverter está situação delicada antes que se torne um problema muito mais grave relacionado a saúde e ao desenvolvimento das crianças e jovens que são o futuro deste país.

domingo, 25 de março de 2012

VOCÊ SABE O QUE É SÍNDROME METABÓLICA?

A síndrome metabólica é caracterizada pelo agrupamento de fatores de risco cardiovascular como hipertensão arterial, resistência à insulina, hiperinsulinemia, intolerância à glicose/diabete do tipo 2, obesidade central e dislipidemia (LDL-colesterol alto, triglicérides alto e HDL-colesterol baixo).
Ela eleva em cerca de duas vezes o rico de mortalidade, e segundo a Federação Internacional de Estudos da Diabetes um quarto da população mundial adulta já e portadora da Síndrome Metabólica.
A primeira indicação da síndrome é a obesidade abdominal ocorre em homens com circunferência menores que 94 cm e 80 cm nas mulheres são consideradas normais. Medidas acima desses valores indicam que a pessoa pode vir a desenvolver a síndrome metabólica. Já as superiores a 102 centímetros nos homens e 88 centímetros nas mulheres, são consideradas um alerta de que a pessoa já pode ser portadora de doença.
A síndrome metabólica se inicia com acumulo de gordura na região do abdômen produzindo substância que dificultam a ação da insulina (hormônio produzido pelo pâncreas que controla a taxa de açúcar no sangue), favorecendo o aumento de peso, a diminuição da quantidade de Colesterol HDL (bom colesterol), elevação dos triglicerídeos, desenvolvimento de diabetes tipo 2 e da hipertensão arterial.
Nas últimas décadas tem havido rápido e crescente aumento no número de pessoas obesas, o que tornou a obesidade um problema de saúde pública sendo que essa doença tem sido classificada como uma desordem primariamente de alta ingestão energética. No entanto, evidências sugerem que grande parte da obesidade é mais devida ao baixo gasto energético que ao alto consumo de comida, enquanto a inatividade física da vida moderna parece ser o maior fator etiológico do crescimento dessa doença nas sociedades industrializadas Eriksson et al, 1997.
Segundo o Colégio Americano de Medicina e Esporte (2001) o melhor tratamento contra a obesidade é a mudança no estilo de vida, através de aumento na quantidade de atividade física praticada e reeducação alimentar.
A combinação de restrição calórica com exercício físico ajuda a manter a TMR (Taxa de metabolismo de repouso), melhorando os resultados de programas de redução de peso de longo período. Isso ocorre porque o exercício físico eleva a TMR após a sua realização, pelo aumento da oxidação de substratos, níveis de catecolaminas e estimulação de síntese protéica. Esse efeito do exercício na TMR pode durar de três horas a três dias, dependendo do tipo, intensidade e duração do exercício, Tremblay et al1988,  McArdle  et al, 1998.
Estudos epidemiológicos e de corte têm demonstrado que os benefícios da atividade física sobre a obesidade podem ser alcançados com intensidade baixa, moderada ou alta, indicando que a manutenção de um estilo de vida ativo, independente de qual atividade praticada pode evitar o desenvolvimento dessa doença.
Indivíduos com síndrome metabólica, por apresentarem fatores de risco para doença cardiovascular, obterão maiores benefícios com a prática regular de atividade física se esta for planejada de forma individualizada, focalizando a melhora de seu estado de saúde e fatores de risco e capacidade física.

domingo, 18 de março de 2012

FALTA DE TEMPO PARA VIVER A VIDA

Muitas pessoas hoje em dia não fazem exercícios físicos e quando se pergunta o porquê disto vêm algumas respostas tipo: "ah, não tenho tempo para fazer exercício físico porque tenho que trabalhar, estudar, estou cansado, não gosto de suar, estou indisposto, estou estressado, dormi pouco está noite...” etc e tal.
Mas o mais engraçado é que vários estudos científicos comprovam que o exercício combate e reverte justamente estes tipos de problemas e muitas pessoas não percebem sua real importância na qualidade de vida geral como evitar dores musculares, dar sensação de bem-estar e bom humor, condicionar e melhorar a capacidade cardiorespiratória, administrar seu tempo e por aí vai.
O comportamento deste tipo de ser humano sedentário de hoje tende a se tornar cada vez mais acomodado e muitas vezes aceitar a situação das coisas como estão, tanto no meio social quanto psicológico, físico e até espiritual.
Infelizmente, muitas dessas pessoas realmente só mudam suas rotinas e hábitos inadequados quando a vida está por um fio, bem próximo da morte, numa sala de cirurgia, por exemplo. Sendo um "ataque do organismo", que nada mais é uma resposta de alerta geral de como está o corpo avisando a precariedade da situação de saúde atual.
Desculpa é o que não falta para estas pessoas, porém, talvez a melhor resposta do motivo de ser e/ou estar acomodado são a preguiça e o comodismo.
O corpo humano é como uma empresa e só funciona muito bem se soubermos administrá-lo, caso contrário, provavelmente vai à falência e o insucesso chega, mais cedo ou mais tarde.
Hoje as pessoas querem e buscam ganhar tempo, dinheiro e sucesso, porém, muitas não sabem administrar sua maior felicidade e riqueza, que é a sua própria saúde.
O dia tem 24 horas que são subdivididas com algumas acupações, seja trabalho, estudos, afazeres domésticos, reuniões. E dentro deste tempo sempre reservamos umas 8 horas para dormir, então temos mais ou menos umas 16 horas durante o dia disponíveis para atividades do trabalho, estudos, família, domésticos, lazer etc.
Agora, será que não há uma horinha para o exercício físico? Ou pelo menos para mudar o comportamento do mal deste século — o sedentarismo?
Nós temos obrigações no dia a dia, mas temos que perceber a necessidade de ter tempo para nós mesmos. Quantas vezes você para pra respirar durante o dia? Já percebeu como andam seus batimentos cardíacos? Você está com sintoma de cansaço durante o dia? Está com insônia? Está estressado? Então talvez o seu corpo tem algo a dizer para você: — Ô chefe, você ainda vai ficar parado aí e reclamando que não tem tempo para viver a vida?

sábado, 21 de janeiro de 2012

DE FÉRIAS NA PRAIA ENTRE EM FORMA

O verão e as férias na praia estimulam muitas pessoas nesta época a praticar exercícios e procurar tirar o atraso das gorduras acumuladas nas estações anteriores. Mas na ânsia de conseguir um corpo em forma, muitos negligenciam cuidados básicos assim como as pessoas que passaram o ano inteiro sem se movimentar geram danos ao corpo. Veja algumas dicas para aproveitar bem as férias na praia de maneira saudável:
Fora D’água - Para a caminhada e corrida na areia fofa oferece mais obstáculos ao corpo facilitando entorses, especialmente se o terreno for acidentado e o calçado for inadequado onde a instabilidade articular pode afetar os joelhos, quadris e até coluna, portanto, é importante procurar superfícies mais niveladas. A mesma dica vale para os esportes como futebol, frescobol, voleibol entre outros.
Se for fazer uma corrida o ideal é começar caminhando durante cinco minutos e aumentar a velocidade até atingir o ritmo confortável.
Importante fazer um aquecimento, pois, preparara toda a musculatura para o esforço físico aumentando a quantidade de nutrientes nas fibras, assim como o desaquecimento que promove o relaxamento e regenera as fibras musculares mais rapidamente.
Para os que utilizam os aparelhos das academias ao ar livre instalados na praia deve-se iniciar com cautela e de maneira gradativa, sem exigir demais do corpo e monitorando sempre a postura na realização dos exercícios.
Dentro D'água – Natação, Surfe, bodyboarding, wakeboard e outros esportes aquáticos o alongamento final é essencial, depois de muito tempo movimentando braços e pernas, os músculos precisam de compensação. Para quem gosta de nadar no mar, cuidado com a resistência das ondas e repuxo, que é muito maior do que na piscina aumentando o esforço físico e por precaução reduza o tempo de nado na praia.
Independente do exercício físico leve sempre uma garrafinha de água, de preferência bebidas isotônicas que servem como repositor eletrolíticos e equilibrando o nível dos sais e carboidratos perdidos com o suor.
Deve-se ter cuidado com o horário da pratica de esportes evitando das 10h às 15h, onde a temperatura do corpo sobe muito exigindo esforço ainda maior do organismo, sem falar das queimaduras solares e outros danos ao corpo que até podem causar o temido câncer de pele.
O uso de protetores solares além das camisetas de microfibra que facilitam a transpiração e já vêm com o próprio protetor incorporado no tecido são essenciais, assim como o uso de bonés, óculos e outros acessórios de proteção solar.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Nem sempre atleta de alta performance é símbolo de saúde

            Você já deve ter ouvido falar que tudo que é demais faz mal, não é?. Para atletas profissionais que buscam alta performance e quebra de recordes no seu esporte estudos científicos dão evidencias que treinamento fisico quando em excesso podem ser  prejudicial a saúde.
No esporte de alto nível o atleta profissional está totalmente comprometido por “alta performance”, ou seja, busca de grandes resultados, porém, muitos tem um árduo preço a pagar – a sua saúde pode ficar tão frágil quanto a de uma pessoa normal com o passar dos anos.
Um caso interessante é do atleta Vladimir Kutz, da ex-União Soviética, que na década de 1950 foi recordista mundial e campeão olímpico dos 5.000 e 10.000 m (Melbourne, Austrália, 1956). Kutz realizava treinos longos e intensos mais do qualquer outro atleta seguindo uma metodologia científica rigorosa possibilitando certa hegemonia nas pistas durante algum tempo. Entretanto, Kutz veio a falecer com 45 anos, vitimado por um ataque cardíaco fulminante, resultado de seu árduo treinamento.
Um dos maiores problemas do excesso de treinamento físico é o colapso que geralmente ocorre em esportes que exigem um esforço máximo dos atletas, sendo comum acontecer em atletas de endurance, tais como a maratona e o triathlon. As conseqüências benignas mais comuns incluem a exaustão, náuseas, vômitos, hipotensão postural, a desidratação e as cãibras musculares. Porém, conseqüências graves de treinamento incluem a hiponatremia, insolação, hipoglicemia, hipotermia, convulção, hemorragia cerebral e até parada cardíaca.
Outra manifestação negativa em esportistas é a síndrome do excesso de treinamento (overtraining) é definida como um distúrbio neuroendócrino (hipotálamo-hipofisário) que resulta do desequilíbrio entre a demanda do exercício e a capacidade funcional, agravado por recuperação inadequada e como consequência há decréscimo no desempenho, dores musculares persistentes com fadiga constante, mudanças neuroendócrinas e imunológicas e até alterações no estado de humor.
É comum atletas de alta performance excederem os limites de suas capacidades físicas e até psicológicas, pois, dedicam várias horas diárias e monótonas em treinamentos que levam a exaustão total, e ainda assim  somente aqueles que tem enorme potencial chegam e se mantêm no alto nível,  necessitam ainda ter uma forte estrutura individual da personalidade para saber abdicar a vida social e estar ciente a assumir riscos a sáude para alcançar o objetivo traçado,
Portanto, os atletas  de alta performance estão mais expostos ao excesso de treinamento e quando ignorado os princípios fisiológicos, ficam mais vulneráveis  podendo até prejudicar em grau maior qualidade de vida e a saúde do atleta do que uma pessoa praticante de exercício físico regular que tem um vida equilibrada e saudável no seu dia-dia.

*Loir Carlos da Costa - Personal Trainer em Curitiba – CREF 9757 G/PR.
Pesquisador do Laboratório do CEPEFIS-UFPR (Centro de Estudos de Performance Física da Universidade Federal do Paraná).  Pós Graduado em Fisiologia do Exercício, Medicina e Ciência do Esporte pela UFPR. Contato: luccasports@bol.com.br
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