domingo, 15 de abril de 2012

TREINAMENTO FUNCIONAL AJUDA EMAGRECER

O Treinamento Funcional é uma das ferramentas mais revolucionárias do mercado fitness sendo uma técnica de treinamento físico focada no desenvolvimento de um sistema neuromuscular integrado com o objetivo de tornar o nosso corpo uma máquina mais eficiente e condicionada para realizar as atividades diárias, melhorar a performance esportiva além de ajudar no emagrecimento.
Um único exercício é capaz de trabalhar vários musculos do corpo , elevando o gasto calórico , sendo que  uma única sessão de treinamento funcional queima mais calorias do que uma sessão de musculação nos moldes tradicionais.
Isto ocorre porque há grande ativação da musculatura do Core, e envolvem as maiores musculaturas corporais em grandes amplitudes de movimento, ativando estes grupos musculares, você acaba obrigando seu organismo a gastar mais energia para executar o movimento, consequentemente o trabalho voltado para o emagrecimento é potencializado.
No treinamento funcional os exercícios integram todos os membros do corpo durante sua realização, sendo o abdômen o maior responsável por suportar todos os músculos e ficando em isometria, ou seja, a parede abdominal não se movimenta, é preciso manter o equilíbrio e isso ajuda a fortalecer o core - um grupo de músculos quase sempre negligenciado que abrange os glúteos, a musculatura lombar e os abdominais - uma espécie de eixo do corpo. Um core sólido é vital para transferir potência e força da parte inferior para a parte superior e vice versa, ajudando no recrutamento das fibras de resistência e aumentando a eficiência dos movimentos corporais.

domingo, 8 de abril de 2012

Brasil poderá ter o maior índice de obesidade infantil do mundo


O avançar da idade do ser humano é acompanhado de uma tendência a um declínio do gasto energético médio diário à custa de uma menor atividade física. Isso decorre basicamente de fatores comportamentais e sociais como o aumento dos compromissos estudantis e/ou profissionais.
Assim como nos adultos, nas crianças alguns desses fatores contribuem para um estilo de vida menos ativo. A disponibilidade de tecnologia, o aumento da insegurança e a progressiva redução dos espaços livres nos centros urbano reduzem as oportunidades de lazer e de uma vida fisicamente ativa, favorecendo atividades sedentárias, tais como: assistir a televisão, jogar videogames e utilizar computadores aumentando os indices de obesidade infantil.
Atualmente existem estudos que comprovam a associação entre sedentarismo, hábito inadequada que levam as crianças provavelmente se tornarão adultos obesos.
Uma pesquisa britânica publicada na revista Pediatrics, afirma que a obesidade infantil pode estar determinada antes dos cinco anos de idade. O estudo acompanhou 233 crianças desde o nascimento até a puberdade, sendo que o peso das crianças ao nascer permanece semelhante aos níveis de 25 anos atrás, “mas elas se tornam mais gordas até a puberdade, em comparação com as crianças da mesma idade nos anos 80”. Segundo o coordenador da pesquisa, Professor Terry Wilkin, da Peninsula Medical School, em Plymouth, na Inglaterra.
Um estudo recente no Brasil sobre a coordenação do pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade de São Paulo (UNIFESP), constatou que as crianças brasileira estão ingerindo muito mais calorias. Entre 2 a 5 anos de idade, 22% apresentam sobrepeso sendo que 6% já estão obesas, superando o índice de sobrepeso dos EUA que é de 10% e se continuar neste ritmo, logo, irá superar o maior índice de obesidade infantil do mundo que pertence aos americanos.
Outro dados alarmante é que os índices de sobrepeso e obesidade infantil no Brasil são hoje sete vezes mais altos dos que registrados nos anos 70, e com isso, surgem com mais freqüências casos de hipertensão, diabetes e colesterol elevados nas crianças.
Em contrapartida desses dados vários estudos com crianças e adolescentes têm demonstra­do o benefício da atividade física no estímulo ao crescimento e desenvolvimento, prevenção da obesidade, incremento da massa óssea, aumento da sensibilidade à insulina, melhora do perfil lipídico, diminuição da pressão arterial, desenvol­vimento da socialização e da capacidade de trabalhar em equipe, além de produzir efeitos benéficos a longo prazo relacionados ao aparelho locomotor.
O crescente processo de urbanização, a especulação imobiliária, o excesso de veículos motorizados nas vias públicas, o extraordinário crescimento da violência, têm determinado intensas restrições à atividade física na infância. Uma criança hoje gasta em média 600Kcal diárias a menos do que há 50 anos atrás.
Um outro estudo da revista científica The Journal of Pediatrics  fez uma pesquisa onde liga o estresse familiar ao risco de as crianças se tornarem obesas.
            Em comparação do nível de estresse das famílias de 7.400 crianças de cinco a seis anos, desde o seu nascimento, pesquisadores suecos constataram que crianças de famílias com altos níveis de estresse (doença, morte, divórcio, desemprego ou violência) tinham o dobro do risco de obesidade.

         Portanto, necessita haver uma grande mobilização de governos e principalmente pais, professores, profissionais da saúde e educação para reverter está situação delicada antes que se torne um problema muito mais grave relacionado a saúde e ao desenvolvimento das crianças e jovens que são o futuro deste país.

domingo, 25 de março de 2012

VOCÊ SABE O QUE É SÍNDROME METABÓLICA?

A síndrome metabólica é caracterizada pelo agrupamento de fatores de risco cardiovascular como hipertensão arterial, resistência à insulina, hiperinsulinemia, intolerância à glicose/diabete do tipo 2, obesidade central e dislipidemia (LDL-colesterol alto, triglicérides alto e HDL-colesterol baixo).
Ela eleva em cerca de duas vezes o rico de mortalidade, e segundo a Federação Internacional de Estudos da Diabetes um quarto da população mundial adulta já e portadora da Síndrome Metabólica.
A primeira indicação da síndrome é a obesidade abdominal ocorre em homens com circunferência menores que 94 cm e 80 cm nas mulheres são consideradas normais. Medidas acima desses valores indicam que a pessoa pode vir a desenvolver a síndrome metabólica. Já as superiores a 102 centímetros nos homens e 88 centímetros nas mulheres, são consideradas um alerta de que a pessoa já pode ser portadora de doença.
A síndrome metabólica se inicia com acumulo de gordura na região do abdômen produzindo substância que dificultam a ação da insulina (hormônio produzido pelo pâncreas que controla a taxa de açúcar no sangue), favorecendo o aumento de peso, a diminuição da quantidade de Colesterol HDL (bom colesterol), elevação dos triglicerídeos, desenvolvimento de diabetes tipo 2 e da hipertensão arterial.
Nas últimas décadas tem havido rápido e crescente aumento no número de pessoas obesas, o que tornou a obesidade um problema de saúde pública sendo que essa doença tem sido classificada como uma desordem primariamente de alta ingestão energética. No entanto, evidências sugerem que grande parte da obesidade é mais devida ao baixo gasto energético que ao alto consumo de comida, enquanto a inatividade física da vida moderna parece ser o maior fator etiológico do crescimento dessa doença nas sociedades industrializadas Eriksson et al, 1997.
Segundo o Colégio Americano de Medicina e Esporte (2001) o melhor tratamento contra a obesidade é a mudança no estilo de vida, através de aumento na quantidade de atividade física praticada e reeducação alimentar.
A combinação de restrição calórica com exercício físico ajuda a manter a TMR (Taxa de metabolismo de repouso), melhorando os resultados de programas de redução de peso de longo período. Isso ocorre porque o exercício físico eleva a TMR após a sua realização, pelo aumento da oxidação de substratos, níveis de catecolaminas e estimulação de síntese protéica. Esse efeito do exercício na TMR pode durar de três horas a três dias, dependendo do tipo, intensidade e duração do exercício, Tremblay et al1988,  McArdle  et al, 1998.
Estudos epidemiológicos e de corte têm demonstrado que os benefícios da atividade física sobre a obesidade podem ser alcançados com intensidade baixa, moderada ou alta, indicando que a manutenção de um estilo de vida ativo, independente de qual atividade praticada pode evitar o desenvolvimento dessa doença.
Indivíduos com síndrome metabólica, por apresentarem fatores de risco para doença cardiovascular, obterão maiores benefícios com a prática regular de atividade física se esta for planejada de forma individualizada, focalizando a melhora de seu estado de saúde e fatores de risco e capacidade física.

domingo, 18 de março de 2012

FALTA DE TEMPO PARA VIVER A VIDA

Muitas pessoas hoje em dia não fazem exercícios físicos e quando se pergunta o porquê disto vêm algumas respostas tipo: "ah, não tenho tempo para fazer exercício físico porque tenho que trabalhar, estudar, estou cansado, não gosto de suar, estou indisposto, estou estressado, dormi pouco está noite...” etc e tal.
Mas o mais engraçado é que vários estudos científicos comprovam que o exercício combate e reverte justamente estes tipos de problemas e muitas pessoas não percebem sua real importância na qualidade de vida geral como evitar dores musculares, dar sensação de bem-estar e bom humor, condicionar e melhorar a capacidade cardiorespiratória, administrar seu tempo e por aí vai.
O comportamento deste tipo de ser humano sedentário de hoje tende a se tornar cada vez mais acomodado e muitas vezes aceitar a situação das coisas como estão, tanto no meio social quanto psicológico, físico e até espiritual.
Infelizmente, muitas dessas pessoas realmente só mudam suas rotinas e hábitos inadequados quando a vida está por um fio, bem próximo da morte, numa sala de cirurgia, por exemplo. Sendo um "ataque do organismo", que nada mais é uma resposta de alerta geral de como está o corpo avisando a precariedade da situação de saúde atual.
Desculpa é o que não falta para estas pessoas, porém, talvez a melhor resposta do motivo de ser e/ou estar acomodado são a preguiça e o comodismo.
O corpo humano é como uma empresa e só funciona muito bem se soubermos administrá-lo, caso contrário, provavelmente vai à falência e o insucesso chega, mais cedo ou mais tarde.
Hoje as pessoas querem e buscam ganhar tempo, dinheiro e sucesso, porém, muitas não sabem administrar sua maior felicidade e riqueza, que é a sua própria saúde.
O dia tem 24 horas que são subdivididas com algumas acupações, seja trabalho, estudos, afazeres domésticos, reuniões. E dentro deste tempo sempre reservamos umas 8 horas para dormir, então temos mais ou menos umas 16 horas durante o dia disponíveis para atividades do trabalho, estudos, família, domésticos, lazer etc.
Agora, será que não há uma horinha para o exercício físico? Ou pelo menos para mudar o comportamento do mal deste século — o sedentarismo?
Nós temos obrigações no dia a dia, mas temos que perceber a necessidade de ter tempo para nós mesmos. Quantas vezes você para pra respirar durante o dia? Já percebeu como andam seus batimentos cardíacos? Você está com sintoma de cansaço durante o dia? Está com insônia? Está estressado? Então talvez o seu corpo tem algo a dizer para você: — Ô chefe, você ainda vai ficar parado aí e reclamando que não tem tempo para viver a vida?

sábado, 21 de janeiro de 2012

DE FÉRIAS NA PRAIA ENTRE EM FORMA

O verão e as férias na praia estimulam muitas pessoas nesta época a praticar exercícios e procurar tirar o atraso das gorduras acumuladas nas estações anteriores. Mas na ânsia de conseguir um corpo em forma, muitos negligenciam cuidados básicos assim como as pessoas que passaram o ano inteiro sem se movimentar geram danos ao corpo. Veja algumas dicas para aproveitar bem as férias na praia de maneira saudável:
Fora D’água - Para a caminhada e corrida na areia fofa oferece mais obstáculos ao corpo facilitando entorses, especialmente se o terreno for acidentado e o calçado for inadequado onde a instabilidade articular pode afetar os joelhos, quadris e até coluna, portanto, é importante procurar superfícies mais niveladas. A mesma dica vale para os esportes como futebol, frescobol, voleibol entre outros.
Se for fazer uma corrida o ideal é começar caminhando durante cinco minutos e aumentar a velocidade até atingir o ritmo confortável.
Importante fazer um aquecimento, pois, preparara toda a musculatura para o esforço físico aumentando a quantidade de nutrientes nas fibras, assim como o desaquecimento que promove o relaxamento e regenera as fibras musculares mais rapidamente.
Para os que utilizam os aparelhos das academias ao ar livre instalados na praia deve-se iniciar com cautela e de maneira gradativa, sem exigir demais do corpo e monitorando sempre a postura na realização dos exercícios.
Dentro D'água – Natação, Surfe, bodyboarding, wakeboard e outros esportes aquáticos o alongamento final é essencial, depois de muito tempo movimentando braços e pernas, os músculos precisam de compensação. Para quem gosta de nadar no mar, cuidado com a resistência das ondas e repuxo, que é muito maior do que na piscina aumentando o esforço físico e por precaução reduza o tempo de nado na praia.
Independente do exercício físico leve sempre uma garrafinha de água, de preferência bebidas isotônicas que servem como repositor eletrolíticos e equilibrando o nível dos sais e carboidratos perdidos com o suor.
Deve-se ter cuidado com o horário da pratica de esportes evitando das 10h às 15h, onde a temperatura do corpo sobe muito exigindo esforço ainda maior do organismo, sem falar das queimaduras solares e outros danos ao corpo que até podem causar o temido câncer de pele.
O uso de protetores solares além das camisetas de microfibra que facilitam a transpiração e já vêm com o próprio protetor incorporado no tecido são essenciais, assim como o uso de bonés, óculos e outros acessórios de proteção solar.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Nem sempre atleta de alta performance é símbolo de saúde

            Você já deve ter ouvido falar que tudo que é demais faz mal, não é?. Para atletas profissionais que buscam alta performance e quebra de recordes no seu esporte estudos científicos dão evidencias que treinamento fisico quando em excesso podem ser  prejudicial a saúde.
No esporte de alto nível o atleta profissional está totalmente comprometido por “alta performance”, ou seja, busca de grandes resultados, porém, muitos tem um árduo preço a pagar – a sua saúde pode ficar tão frágil quanto a de uma pessoa normal com o passar dos anos.
Um caso interessante é do atleta Vladimir Kutz, da ex-União Soviética, que na década de 1950 foi recordista mundial e campeão olímpico dos 5.000 e 10.000 m (Melbourne, Austrália, 1956). Kutz realizava treinos longos e intensos mais do qualquer outro atleta seguindo uma metodologia científica rigorosa possibilitando certa hegemonia nas pistas durante algum tempo. Entretanto, Kutz veio a falecer com 45 anos, vitimado por um ataque cardíaco fulminante, resultado de seu árduo treinamento.
Um dos maiores problemas do excesso de treinamento físico é o colapso que geralmente ocorre em esportes que exigem um esforço máximo dos atletas, sendo comum acontecer em atletas de endurance, tais como a maratona e o triathlon. As conseqüências benignas mais comuns incluem a exaustão, náuseas, vômitos, hipotensão postural, a desidratação e as cãibras musculares. Porém, conseqüências graves de treinamento incluem a hiponatremia, insolação, hipoglicemia, hipotermia, convulção, hemorragia cerebral e até parada cardíaca.
Outra manifestação negativa em esportistas é a síndrome do excesso de treinamento (overtraining) é definida como um distúrbio neuroendócrino (hipotálamo-hipofisário) que resulta do desequilíbrio entre a demanda do exercício e a capacidade funcional, agravado por recuperação inadequada e como consequência há decréscimo no desempenho, dores musculares persistentes com fadiga constante, mudanças neuroendócrinas e imunológicas e até alterações no estado de humor.
É comum atletas de alta performance excederem os limites de suas capacidades físicas e até psicológicas, pois, dedicam várias horas diárias e monótonas em treinamentos que levam a exaustão total, e ainda assim  somente aqueles que tem enorme potencial chegam e se mantêm no alto nível,  necessitam ainda ter uma forte estrutura individual da personalidade para saber abdicar a vida social e estar ciente a assumir riscos a sáude para alcançar o objetivo traçado,
Portanto, os atletas  de alta performance estão mais expostos ao excesso de treinamento e quando ignorado os princípios fisiológicos, ficam mais vulneráveis  podendo até prejudicar em grau maior qualidade de vida e a saúde do atleta do que uma pessoa praticante de exercício físico regular que tem um vida equilibrada e saudável no seu dia-dia.

*Loir Carlos da Costa - Personal Trainer em Curitiba – CREF 9757 G/PR.
Pesquisador do Laboratório do CEPEFIS-UFPR (Centro de Estudos de Performance Física da Universidade Federal do Paraná).  Pós Graduado em Fisiologia do Exercício, Medicina e Ciência do Esporte pela UFPR. Contato: luccasports@bol.com.br
Endereço eletrônico: 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Vigorexia Nervosa, você já ouviu falar?


 O exercício físico tornou-se um modo de vida para muitas pessoas sendo utilizado para obter pernas elegantes, cintura definida, braços fortes, ou seja, a busca da estética física.
Criou-se um conceito popular a algum tempo atrás, que um programa de atividade física deve ser priorizar pela busca de “um corpo sarado” ou bonito, papel este que a industria da vaidade fatura milhões, de forma licita ou ilícita em cima de nós, pobres mortais.
Surgem suplementos alimentares, anabolizantes, dietas milagrosas, aparelhos que é só apertar o botão e deixar por conta de tecnologia e vamos atrás de uma corrida desenfreada em busca de um corpo perfeito.
Em meio a esta corrida e aparatos, surgem doenças ligadas as perda de controle de impulsos nervosos sofrendo de um dimorfismo corporal: aquelas meninas que sempre acham que estão gordas, fazem dieta a “prato zero calorias” estão magrinhas e pálidas e teimam que estão gordas, que se tornou popular nos últimos anos no Brasil devido a casos de mortes prematuras devido uma alimentação inadequada. 
Da mesma origem a este dimorfismo corporal, existe com mais frequência nos homens, a vigorexia também conhecida como síndrome do adônis ou overtraining em inglês. É um transtorno no qual as pessoas realizam práticas esportivas de forma contínua e fanática, exigindo constântemente do corpo, sem se importar com eventuais consequências ou de recorrer a anabolizantes.
Os vigoréxicos geralmente passam horas na academia malhando e ainda assim se consideram fracos, magros e esqueléticos, nunca acham que estão fortes o suficiente, apesar de bastante musculosos, sendo afetados psicologicamente, pôr uma compulsão de se olhar no espelho assiduamente.  Eles malham compulsivamente, aumentam a carga de exercícios e ingerem anabolizantes arriscando a saúde e a própria vida.
A constante busca por um corpo sarado faz com que os anoréxicos tomem medidas do corpo varias vezes ao dia, e sempre tem como percepção de algo falta, sendo que a ansiedade e a depressão surgem na vida do indivíduo.
Além de malhação árdua, a pessoa com anorexia busca uma alimentação rigorosa, normalmente ingerindo calorias bem superiores a normal diária recomendado para uma pessoa, ou seja, acima de 2.500 calorias diárias. Com o excesso de proteínas consumidas e eliminação de gorduras do cardápio, acaba provocando um desequilíbrio alimentar que acaba por sobrecarregar o fígado.
Fisiologicamente o anoréxico tem encurtamento de músculos e tendões, tornam os ossos duros e poucos flexíveis, além de sofrerem de insônia, fraqueza, apatia sexual, falta de apetite, irritabilidade e dificuldade de concentração.
O uso de esteróides anabólicos pode provocar aumento no risco de doenças cardiovasculares, disfunções sexuais diminuição do tamanho dos testículos, lesões hepáticas e câncer de próstata, afastamento das gengivas, além de desproporção entre corpo e cabeça e problemas ósseos e articulares. Em adolescentes causam soldadura precoce das epífises de crescimento nas cartilagens as quais crescem os ossos.
Além disso, a prática de exercícios físicos freneticamente pode proporcionar situações de assimetrias prejudicando não só a estética, mas também a saúde causando lesões por desequilíbrio muscular.
Buscam o exercício físico para modelar o tórax, perder a barriguinha, enfim, o império da vaidade domina a sociedade, de alguns “corpos malhados”, porém, existe algo muito mais preocupante na sociedade atual.
O verdadeiro papel do exercício físico é a melhora da saúde e bem estar independente do grau de aptidão física do indivíduo, papel este determinante de uma vida longa e feliz.
"A metodologia e a prescrição do treinamento usadas é o que vai determinar qual caminho irá levar saúde daqui para adiante na prática de exercício físico - Pense nisso...